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Descrição

A Cia Gente “Redes de Protagonismos & Criação” é um movimento de articulação entre artistas, educadores, gestores, profissionais de distintas áreas e gente, muita gente.

A motivação da proposta está no reconhecimento da diversidade cultural, nas possibilidades criativas e, sobretudo, nos protagonismos que surgem desses trânsitos.


Conceitos
São três os principais conceitos que integrados, ajudam-nos a pensar esta companhia e seu horizonte de ação: Protagonismo/Diversidade; Criação/Potência e Desconstrução/Ressignificação.

Tais orientações são fundamentais para diferenciar não com quem ou onde se age, justamente porque se interage com todos e em qualquer lugar, mas fundamentalmente como se (inter)age. Desse modo o que está em primeiro plano como recurso de ação é o olhar – é debruçado no exercício pleno da sensibilidade, do abrigo, que se interage com diferentes pessoas, grupos e comunidades, sempre em diferentes contextos. Busca-se reconhecer a singularidade das diferenças, atuando muito além dos modelos inclusivos, potencializando o melhor de cada um – a diversidade. A Gente faz com que cada um se torne agente de si mesmo - este é o espaço do protagonismo.

Sublinhando esta outra relação com o sujeito, mais horizontal, abrem-se canais de acesso à potência, que se encontravam outrora ocultos ou adormecidos. Novos ambientes, ideias, modos de fazer e sentir são despertados. É o trânsito de expressões que atravessam saberes combinados a outras redes de contatos. Uma busca ininterrupta pela produção de outros espaços-tempos. Esta angústia inquieta e infinita é o argumento da criação.

Sublimando, na maioria das vezes, a representação alienada em que se encontrava o ser humano, entendendo-se antes como incapaz (feio, impotente, excluído etc), o processo criativo coopera como mediador da potência. Deste modo, a experiência nos mostra que o sujeito pode perceber sua palavra e ou seu corpo como meios ou ferramentas políticas no espelho da sua alteridade. É assim que este mesmo sujeito abre ou adentra-se nas fendas sociais (aparentemente herméticas e engessadas) para afirmar outras existências. Por sua vez, rompendo com estereótipos, na reformulação da comunicação e das representações ora ressignificadas. Este lugar de trabalho é de desconstrução.

Em resumo, o projeto da Cia Gente e seus respectivos programas percebem as relações sociais, culturais e políticas além das classes, das etnias, dos partidos, dos credos, das formas físicas ou mentais estabelecidas como paradigma do êxito. A produção de resultados, ao contrário, nada tem a ver com rotulações, sistemas privilegiados de acesso, enclassamento e inclusão social. O que estrutura o discurso e o ato afirmativo de suas ações estão nas práticas de reconhecimento e do fomento às variadas formas do saber e do fazer.

Onde há potência há GENTE ou vice-versa.

Programas
Num total de quatro, estão elaborados em suas respectivas características. São elas: ocupação, fomento, formação e investigação cênica.Conheça mais sobre os programas da Cia GENTE em Eixos.

Conheça o Fundador
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O Fundador

Paulo Emílio Azevedo é professor, Mestre em Políticas Sociais e Doutorando em Ciências Sociais, com dedicação aos estudos em Antropologia do Corpo. A sua pesquisa atravessa os campos da Educação e da Cultura, ilustrados pelo processo criativo, conceitual e de gestão. Sua experiência se destaca pela capacidade de unir teoria e prática de modo espontâneo e simples, com destaque para as ações no espaço urbano, na capacitação de educadores e na formação de intérpretes.

Consultor (coach), professor, diretor artístico, escritor, palestrante, enfim um criador que valoriza o “belo” em múltiplas formas de existência, transformando em arte, sobretudo, em ações vivas e multiplicadoras aquilo que parecia amorfo, inútil, incapaz e ou desastre.

Antes de seus projetos atuais fundou e coordenou organizações do 3º setor e dirigiu as companhias de dança Membros e DI. Deste modo, vale a ressalva que apesar da cia Gente ter sua data de fundação em 09 de agosto de 2012, os conceitos, ações e articulações de seu idealizador já se perfazem por longa data.

Paulo E. Azevedo recebeu diversos prêmios pelas suas realizações, entre eles o Rumos Educação, Cultura e Arte no âmbito do Instituto Itaú Cultural (2008-10), o Multilinguagens pela Sec. de Cultura do Rio de Janeiro (2013), o Klauss Vianna pela FUNARTE (2010), entre tantos outros.

Não obstante, representou o país em importantes eventos como no Encontro “Centro e Periferia: a produção da dança contemporânea hoje”, realizado na cidade de Oslo, Noruega (2008). Ainda assim, atuou em diversos países como artista e conferencista destacando sua participação na coordenação do projeto “Micropolíticas do corpo” (Territoire de la Danse, França, 2011), “Membros: corps politique dan(s)e la ville” no Master Projets Culturels dans l’Espace Public, de l’université Paris 1 Panthéon-Sorbonne (França, 2010) e Festival Europalia (Bélgica-Brasil, 2011); Seminário "INARTE" (2013 e 2010) realizado no Teatro São Luís em Lisboa (Portugal); no projeto "Teatralidade do Humano" (2010) realizado no Instituto Oi Futuro, "I Fórum de Dança para Infância e Juventude” em Porto Alegre (2014) e Circuito Literário da Praça da Liberdade em Belo Horizonte (2014).

Paulo é autor de oito livros, com destaque para “Meninos que não criam permanecem no CRIAM: histórias de adolescentes em conflito com a lei” (2008); “Palavra Projétil” (2013) e “Notas sobre outros corpos possíveis” (2014).

Fundação Paz
Além da gestão da Cia GENTE, Paulo Emílio Azevedo atualmente também atua sobre a Fundação PAz que está orientada a receber e promover toda a produção teórica do autor; livros, artigos, ensaios, crônicas, entre outras formas de produção.

Conheça mais sobre a Fundação Paz

Paulo Azevedo
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